Me, myself and Pop will eat itself

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Friday, September 27, 2002

 
olá, amigos

vou estar offline até segunda, dia 07.

cuidem-se, ok?
posted by manu 10:37 PM


Wednesday, September 25, 2002

 
Where Are You Going?

Where are you going, with your long face pulling down?
Don’t hide away, like an ocean
But you can’t see, but you can smell
And the sound waves crash down


I am no superman
I have no answers for you
I am no hero, oh that’s for sure
But I do know one thing for sure
Is where you are, is where I belong
I do know, where you go, is where I want to be


Where are you going, where do you go?
Are you looking for answers, to questions under the stars?
If along the way you are growing weary, you can rest with me until a brighter day
It’s okay, where are you going, where do you go?


I am no superman
I have no answers for you
I am no hero, oh that’s for sure
But I do know one thing for sure
Is where you are, is where I belong
I do know, where you go, is where I want to be


Where are you going, where do you go?
Are you looking for answers, where do you go?


Where are you going?
Where do you go?
Let’s go.

posted by manu 12:34 PM


Monday, September 23, 2002

 

Link especialmente escolhido para o meu amigo Douglas. Aqui.
posted by manu 11:25 AM

 
[if you just let me stay]

Minha vida a partir dos 15 anos é definida em três grandes fases, divididas pelos três melhores e mais usados pares de tênis que tive:

Nike Preto (15 - 18)
Adidas Marrom (19-21)
All Star Preto (22 - )

É sério.

posted by manu 11:19 AM


Thursday, September 19, 2002

 
[Everybody else's doing it, so why can't we?]

Uma música que: (roubei da Dani)

Me faz dançar: Rock the Casbah (The Clash)
Me faz feliz: Let it be (Beatles)
Me faz lembrar de um amigo(a): Made first (Tahiti 80)
Me entristece: Bittersweet Simphony (The Verve)
Me alegra: I wanna be your dog (Stooges)
Me faz querer fazer amor (haha): Son of a preacher man (Dusty Springfield)
Diz muito sobre mim: Old Man (Neil Young)
Me faz lembrar alguém significante: One (U2)
Escreveria: qualquer uma do R.E.M (se tivesse capacidade)
Não gostaria de ouvir de novo: Bohemian Rhapsody (Queen)
Tocaria no meu casamento: Tiny Dancer (Elton John)
Tocaria no meu funeral: With a little help from my friends (Beatles)
Faz meus amigos lembrarem de mim: qualquer uma dos Strokes - eu indiquei insuportavelmente a banda pro pessoal de Nova Prata
Gostava, mas agora nem tanto: Marquee Moon (Television)
Não admito que eu gosto: Speechless (Hanson)
Faria tudo para ouvi-la num show: Burn (Nine Inch Nails)
Me faz lembrar minha infância: She Drives me Crazy (Fine Young Cannibals)
Parece com a minha adolescência: Alive (Pearl Jam)
Muitas pessoas gostam, mas eu não: qualquer uma do The Vines.
Gosto da letra: Things have changed (Bob Dylan)
É melhor quando tocada no carro: I Can't Help Myself (The Four Tops)
Gostaria de acordar com: The Israelites (Desmond Dekker)
Gosto, e meus pais também: I Heard it Through the Grapevine (Creedence)
Foi tema de um dos meus filmes favoritos: Money (tcharam!)
Me faz pensar no sol: Wish you were here (Incubus)
Me faz pensar na noite: Crystal (New Order)
Me faz querer estar sozinho: America (Simon and Garfunkel)
Me faz sorrir: Revolution (Beatles)
Gosto de ouvir em bares: Rocks off (Rolling Stones)
Não é do meu "tipo" mas eu gosto: Sure Shot (Beastie Boys)
Me faz lembrar alguém que eu quero, mas não posso: Aqualung (Jethro Tull)
Posso cantar bem: Celebrity Skin (Hole) – anyone can do it
Gosto, mas é só instrumental: Suntoucher (Groove Armada)
Não foi lançada recentemente, mas adoro: The Ocean (Led Zeppelin)
Queria ter a voz de: Shirley Manson
Queria ter o talento de: John Lennon
Queria ter a história de: Nick Kent

posted by manu 2:26 PM


Monday, September 16, 2002

 
what about the voice of geddy lee?
posted by manu 9:41 AM


Tuesday, September 03, 2002

 
blue moon.

"Blue moon, you saw me standin' alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

Blue moon, you knew just what I was there for
You heard me sayin' a prayer for
Someone I really could care for

And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will hold
I heard somebody whisper "please adore me"
And when I looked, the moon had turned to gold

Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

And then there suddenly appeared before me
The only one my arms will ever hold
I heard somebody whisper "please adore me"
And when I looked, the moon had turned to gold

Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

Blue moon, now I'm no longer alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own"

Olha, gente... o que eu tentei dizer ontem de uma forma meio esquisita foi que eu estou dando um tempo do blog. Ando mal-educada, mas isso não me impede de avisar vocês. O popsong2 está com as atividades suspensas por tempo indeterminado. Meu e-mail continua o mesmo.
Não é nada demais. vocês sabem, está tudo bem. Continuarei ouvindo neil young, de modo que tudo só tende a melhorar.
Beijos em todos, a gente se vê.
posted by manu 2:25 PM


Monday, September 02, 2002

 
[And you never looked in my eyes long enough to find any piece of mind. But now you got it]

Então era isso, né? Vamos cantar juntos:

"She fell in love with the drummer
She fell in love with another
She fell in love"

Agora preciso dar um jeito nas coisas em que eu posso dar um jeito. Inté.

posted by manu 9:45 AM

 
[i’ve spent too much time living in survival mode]

Meu nome é Manuela Martini Colla e eu nasci numa noite da primavera de 1979. 06 de outubro, especificamente. Meu pai é o Cezar (com z e sem acento) e minha mãe, eu já disse, é a Irdes e é a super gerente de uma ótica – a mesma que me deu meu primeiro emprego, dos 11 aos 17 anos, e minha segunda família (as moças que ainda trabalham lá, e me faziam cafuné, ouviam eu reclamar que não conseguia brincar com minhas amigas e me escondiam no depósito quando eu queria fazer o tema de casa). Tenho origem italiana, como os sobrenomes e o biotipo denunciam – todo mundo diz que sou a cara da nona Pierina, que nem cheguei a conhecer. Mas as mulheres da minha família por parte de mãe são umas fracas, segundo a minha vó Rosa, que acha que eu tenho uma saúde frágil. Sempre que ela defende a tese dela de que somos umas fracas, conta a história da bisavó Ângela, que veio do Vêneto num navio, mas morreu no primeiro dia dela aqui no Brasil. Isso porque os seis filhos que estavam com ela no navio morreram todos, e “ela morreu de tristeza e quase que teu bisavô foi junto”. Mas ele não foi. Porque ele conheceu a tal Pierina, casou com ela e teve 11 filhos.
Eu não gosto de visitar a minha vó. Ela me chama de feia, de estranha, reclama que não tenho namorado e tem muitas histórias ruins no currículo – e faz tudo isso com uma sinceridade assustadora. Ela não é muito de sorrir, e só parece feliz quando conta que casou por amor e não se arrepende. Mesmo que o vô Giordanno tenha morrido cinco anos depois do casamento. Ele era 12 anos mais velho e alcóolatra, e deixou ela com seis filhos – mas ela sempre diz que ele a fez muito feliz. Então, todas as famílias da vizinhança queriam comprar os filhos dela, porque já estavam fortes e na idade de lavorar, mas minha vó foi dura na queda e não vendeu nenhum deles. Passaram muita fome, mas ninguém supera as histórias de infância da minha mãe.
Mesmo tenho se casado por amor, minha vó criticou duramente a escolha da minha mãe. Na real, nos dias em que minha mãe anunciou o interesse dela pelo meu pai, as coisas não iam lá muito bem. A tia Edwiges tinha acabado de dar uma de louca e ir morar nos Estados Unidos com um turco, porque ela queria conhecer as estrelas do cinema. Faziam dois anos que o tio Carlos tinha assistido um filme sobre um rebelde forasteiro que se chamava Django, resolveu botar o pé na estrada e deixou a dona Rosa sem nenhuma notícia. O tio Idemar tinha acabado de noivar com uma menina de 14 anos, negra e muito pobre. A tia Lérides estava gostando de farrear e não parecia se interessar por nenhum rapaz. E o tio Darley tinha passado no vestibular na faculdade federal e não tinha dinheiro nem pra comer – o que dirá voltar para casa.
E, ainda hoje, passados todos esses anos, meu pai e minha vó ainda não são amigos. As justificativas dela ainda são as mesmas da época: “ele é feio e não sabe dançar”. Demorou 7 anos, mas meu pai e minha mãe se casaram mesmo assim – ele, de cabelo comprido e calça boca-de-sino, ela com uma coroa de flores na cabeça e um brilho inexplicável nos olhos. Eu adoro olhar as fotos do casamento deles. Juro que eles não me parecem diferentes hoje em dia, costumo dizer que eles são muito sortudos. O pai e a mãe completaram 33 anos de casados e dormem todas as noites de mãos dadas. Eu nunca vi eles brigarem feio, mas é óbvio que brigaram e ainda brigam. Mas eu admiro o relacionamento deles. Pensem em quantos casais realmente felizes vocês conhecem? Pouquíssimos, quase nenhum. Eles são o meu casal feliz, queria apresentá-los pessoalmente pra todo mundo que é meu amigo.
Mas voltando. Aí viemos eu e a Jô, logo depois do casamento – a mãe estava com 32 anos quando nasceu a Jô, para a época já era meio tarde. Mas a Jô era lindíssima, um neném do qual as pessoas lembram (publica foto tua no brógui, modelette de fralda). E eu, que cheguei neste mundo 3 anos depois, era horrível. Sério, é a piada da família quando a mãe conta que as visitas se assustavam quando me viam e nunca, absolutamente NUNCA, diziam que eu era um neném bonito. Hahaha, caras, eu parecia uma abóbora, com cabeça gigante, careca reluzente e uns olhos sempre arregalados. Credo, credo.
Ás vezes, eu penso que gostaria de ser mais bonita. Mas geralmente essa minha vontade de ser uma beauty queen passa em 15 minutos, porque eu sei que é bem mais fácil ser feia. Ninguém te inveja, tu tem amigas mulheres e sabe que os caras ficam contigo pelos motivos certos. Além disso, sempre pensei que as pessoas muito bonitas são subestimadas pra caralho, em várias situações. Mas como será que é ser bonita? Não sei. Por isso eu sempre falo que queria ter nascido homem. Homens não precisam ser bonitos e ficar apertando os pés em sapatos ou esquentando os cabelos em salões de beleza onde também cortam quase a metade dos teus dedos. (Eu reclamo, mas sou a rainha do meu instituto de beleza. Pronto. Admiti). Ás vezes, dá pra perceber na rua os olhares das pessoas que te acham feia. Dos caras, também, quando se está ficando com eles, ou quando eles passam por ti em algum corredor. Alguns, repetem demais as palavras “camarada”, “legal”, “bom papo” quando falam comigo sobre mim. Mas, porra, eu poderia ser a nova Alanis Morrissete se continuar assim. Hahaha. Todas essas experiências, todos os começos, todas aquelas noites pensando em determinados garotos como cachorrinhos caídos do caminhão de mudança e, nossa, um dia ainda vou escrever sobre eles.
É porque eu sou boa em recomeços, sabe? Quando alguém fode com tua vida, e tu tem que dar uma de forte e se reerguer. Eu sou boa nisso, é uma especialidade da casa, porque tu vai aprendendo que as pessoas morrem depois de certas épocas. Se eu for me lembrar de uma amiga do segundo grau, obviamente só lembro dela aos 17 anos, de forma que aquela pessoa que conheci está morta hoje – sabe, arrumou uma vida de adulta, foi pra faculdade ou não, teve um ou dois grandes momentos. As fases passam, várias coisas ficam assimiladas – aquela frase de caderninho, “as pessoas deixam um pouco de si e levam um pouco da gente”. Eu gosto de pensar nesses backgrounds das pessoas, por isso insisto tanto em contar um pedaço do meu pra vocês. A foto que eu mais amava do Pedro era uma que a mãe dele tinha me dado, de quando ele tinha 4 anos. Passamos uma tarde inteira conversando sobre esse módulo, “Pedro quando nasceu, as cicatrizes do Pedro, a namoradinha de escola”, e é isso que eu faço quando quero me apaixonar pelas pessoas. Percebo todo o carinho, o amor, a luta que envolve gerar um filho, criá-lo da melhor maneira que se entende, achar essa maneira... Assim, fica fácil tentar não magoar as pessoas, quando se pensa nessas bagagens, e nessas outras pessoas que amam-na incondicionalmente. Isso explica meu interesse nas mães dos meus amigos, e minha mania de olhar álbuns de fotografia familiares, murais coloridos (oi, pulga), saber J to X.
Por isso, vou de cabeça nas coisas, característica que hoje em dia ninguém mais critica. Eu sou péssima em ouvir conselhos, sou metida e acho que resisto se quebrar a cara – mas sempre apareço de rosto inchado, chorando e pedindo por abraços de madrugada na casa dos amigos. Tenho zilhões de defeitos, nem sei por onde começaria a contá-los: sou ciumenta, boa amiga mas péssima namorada, tenho sangue quente e falo muita merda quando brigo, nossa, tem tanta coisa menos publicável... Por isso acho estranho conhecer alguém por blog. Por isso eu volto pra Nova Prata – todo mundo sabe quem eu namorei, de quem gostei, com quem fui uma fdp, essas coisas que todo mundo acha ruim. Por isso insisto em tentar manter mais intimidade com algumas pessoas que mal conheço.
Entendem?
posted by manu 8:57 AM

 
[But they're guaranteed to raise a smile]

Odiaria ter que conversar com alguém sobre meu final de semana. Porque ele foi estranho, hard e me faz concordar com o Gio: estou cansada de começos. It's just a dream she keeps having... Anos e todos esses meninos pra quem eu dediquei letras de música e horas de audição das fases diferentes dos Beatles, é difícil (mas ninguém mentiu dizendo que ia ser fácil). Lembro da Biba, que me disse uma vez, o rosto cheio de lágrimas: "é tudo tão simples pra ti, manu, tu quer as coisas e elas simplesmente acontecem na tua vida, pra mim não é assim, tudo é batalhado, difícil, dolorido". Pois é, Bi, wish you were here.
Hoje pareço uma adolescente com as unhas pretas e em processo de "meu reino por um tubo de acetona". Pintei as unhas pretas, eu sempre tento fazer as coisas perfeitinhas, essa minha mania de construir rituais completos - no fim, eles acabam dando um beijo cala-boca e fica por isso mesmo. A Carmela me disse sábado passado: "você vai ter um final de semana meiguíssimo, mas cuidado com a exposição no blog". Bem, ela estava certa na segunda parte da coisa, ali.
E termina sempre assim: o Lalo me dando carona pra casa, a gente divide um pacote de ruffles e um guaraná, ele me dá um abraço apertado e ainda ri quando digo que, se eu fosse homem, seria mais fácil. E aí eu seguro o choro, mas ele percebe e passa a mão nos meus cabelos e diz algo doce, do tipo "manu, o problema não é tu", e basta. Aí, eu choro, porque não tenho outra coisa pra fazer. E lembrar disso me faz chorar, como estou chorando agora.
Mas a Dani me pagou algumas doses, ela dançou comigo por horas na pista, e a gente não fala as coisas - mas ela sabia de tudo. A Dani é legal, tem 16 anos e cara de 26, ela é linda e me disse que só ficou minha amiga depois que a gente discutiu, porque ela achou que aí sim, eu era forte e tinha resistido. A Dani é especial, não sei se ela percebe como está cansada de Mickey Rouke, mas é fato que está na hora dela namorar um amigo, porque ela tem muitos amigos homens, mais do que eu, até. Essa é minha amiga - mascando chiclé, dezenas de histórias pra contar, brigando comigo porque não posso mais fumar com ela. Ela é a terceira pessoa com quem mais tenho saudades de acender um cigarro (a primeira é a Cams, e o segundo, o Di). Fumar um cigarro é legal pra pessoas como eu que, em dias como hoje, não querem falar. É um gesto auto-explicativo: quero ficar sozinha, vou brincar de greta garbo, e há pessoas que sabem que isso é meio que sagrado.
Mas o menino... Matou todas as borboletas. Eu acho que elas morreram sozinhas. Minhas borboletas nunca tinham morrido, é uma sensação esquisita. Ele me falou todas aquelas coisas, de como vinha me rondando há anos, e eu acreditei. Talvez fossem verdade, mas deletei uma frase importante dele, que começou com uma afirmação minha. "Eu não consigo mais me apaixonar por ninguém", eu disse meio baixinho, como que me desculpando. "Eu também", disse o menino. E eu devo ter rido. Eu sempre tive um senso de humor meio esquisito.

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Mas há anos eu aprendi a não resumir minha vida em amor. Meu pai, no domingo de manhã cedo: "tu saiu ontem, filhota, e como ficou aquela história do fulano, e tu quer ir comigo até a padaria". 20 anos vivendo como estranhos, e só agora ele aprendeu a lição que eu estou amargando agora: aceitar a vida com mais doçura.
"Talvez tenha sido melhor assim", "Músicos são incríveis, mas são uns cuzões", "Eu sabia que ele ia me dar muito problema", repeti pra mim mesma enquanto colocava os braços no sol. "Me responde uma coisa, filha: tua vida tava tão boa assim que tu te envolveu com ele só porque queria sair na rua com uma placa no pescoço de 'quero me incomodar', né?". Talvez, mãe, mas eu achei que podia encarar outro Cris na minha vida - os mesmos problemas do meu ex-namorado - num dia, tudo, no outro, nada. Acho tão estranho pessoas voláteis, demorei anos para compreender essa característica na minha irmã.
Talvez seja hora de deixar o cabelo crescer. Talvez seja hora de voltar aos ônibus interestaduais. Talvez eu deveria me importar menos. Eu me importo, essa é uma frase que diz muito sobre mim.
Tem gente que não precisa de ficção.
("Shit happens", é o que dizem os adesivos baratos afixados em alguns carros, geralmente os cinzas ou marrons. E o que nos resta na vida a não ser acreditar nos adesivos baratos?)

ps. As pessoas geralmente não pensam em nada - o que dirá pensar antes de falar ou fazer.
posted by manu 8:20 AM


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